quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Fome de leão

Na era do sobrepeso, o retorno ao regime e a magreza.
Opa! Decretado a censura aos pecados da gula.
Assim sendo, haveremos de conter e cessar, nosso voraz apatite e preservar um pouco do que restou do planeta que herdamos, para que nossos semelhantes não passem pelos infortúnios desígnios da escassez.
Provavelmente, estamos não só comprometendo as suas reservas, como também, suas oportunidades de gozar este mundo. Certamente que essa medida de frear o consumo de alimentos, vai agradar em cheio os bulimicos é a indústria da beleza que prega nada mais nada menos do que o culto à magreza.
Perto de 7 bilhões de bocas famintas, como fechá-las e isso sem acrescentar as demais espécies! Parece-me um tanto improvável não produzir os estragos. A essa altura está claro que, consumir sem deixar algum rastro, não causar dano algum ao meio ambiente, está ficando cada vez mais difícil.
E porquê? Porque as pessoas se alimentam e porque se de um lado diminui-se o consumo, do outro, afetará toda uma cadeia de mercado, o que representariam crises, na certa. Então o que fazer para que as futuras gerações não passem pela penúria? Boa pergunta. Mas a resposta está na racionalidade.
Até algum tempo atrás, Rajeandra Pachauri, um autêntico vegetariano, pregava a redução no consumo de carne para reduzir eventuais impactos de danos. Com os avanços dos estudos a ciência chegou a conclusão que um dos principais motivos (aliado ao desmatamento, seja lá porque motivo for) são as grandes criações de rebanhos.
Isso aí! Gases estomacais produzidos por esses animais, tem relevante reflexo nas altas temperaturas do globo. Foi por água abaixo a tese de redução de consumo de carnes de Rajeandra.
Mas não interprete isso com tanto pesar ou como se tudo estivesse perdido. Há uma alternativa. Segue abaixo uma interminável lista para tentar, eu disse tentar amenizar os árduos problemas do super-aquecimento do planeta:
Coma menos;
Beba menos;
Produza menos lixo.
Não disse que era extensa?
Problema para a humanidade é cumprir tais metas, conscientemente.

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