quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Em tempo

Sim, em tempo, em tempo de transportá-lo para o universo virtual.


Quantas irformações são passadoas a nós todos os dias? Obviamente muitas; tantas, a ponto de nos lembrarmos de pouquíssimas delas. Logo, esquecer todo mundo esquece isso não é típico das pessoas de idade avançada que, com o tempo, escasseia a memória.
Na verdade, os dias estão tão corridos que estão faltando horas no dia. Sendo assim, um dia deveria ter, no mínimo, algumas horas a mais, além das já 24 horas. Esquecer está virando uma 'nóia' tão séria, mas tão séria, que tem gente esquecendo o filho dentro do próprio carro, diga-se de passagem não é normal.
Mas o que chama a atenção especificamente neste caso é que um determinado livro foi pego de uma estante de uma biblioteca dos EUA, em 1949 e devolvido somente no ano de 2009, ou seja, 60 anos mais tarde. Trata-se de uma obra sobre Napoleão.
Nós não sabemos, porém, talvez, em 1949 o tempo para a pessoa que retirou o livro, já fosse escasso e com deveria ter uma vida muito atribulada, esqueceu-se de devolver o livro. Tudo bem, acontece. Saiba que nunca é tarde, mesmo que tenham se passado 60 anos. O mais importante é que o livro foi devolvido a tempo..., em tempo de convertê-lo à digitalização.

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