terça-feira, 31 de março de 2009

'La Poderosa'


e um líder chamado Che.
Embora elas tenham chegado ao poder, ‘La Poderosa’, não se trata de uma reverência à determinada líder do sexo feminino na A.L. Longe disso.
La poderosa, era o nome simbólico da moto que levou Ernesto Che Guevara a percorrer o nosso Continente, conhecendo as mazelas sul-americanas e que o despertou para a vida. Mas a poderosa, não era tão poderosa, não agüentou todo o percurso, deixando-o na mão. Por ser a precursora no trajeto, tem lá o seu nome na história.
Hoje, os atuais líderes, têm seus ‘aviõezinhos presidenciais’. Vão pra lá e pra cá, com suas comitivas e às custas do dinheiro alheio, com grandes aparatos, tudo do bom e do melhor. Che, levava consigo uma mochila, um diário (onde relatava sua trajetória), pouco dinheiro no bolso e sua única comitiva era seu amigo, Alberto Granados. Enfim, não eram apenas esses detalhes que destoavam Che Guevara dos atuais líderes. Lógico, não dá pra ficar traçando comparações, é elucubração demais de minha parte.
O grande diferencial a favor de Che, era sua intelectualidade, associada à sensibilidade com as necessidades do próximo. Aquela realidade miserável realmente, incomodava-o.
Porém, deixou-se levar pela arrogância. Entendo assim. Não que isso seja um mal. Mas, no meu entender arrogância não discrimina o letrado do iletrado. Ocupa as duas extremidades: a do que sabe demais e crê que sempre sabe tudo a ponto de impor; e o que sabe de menos, também tem suas convicções só que carece da humildade para reconhecer que precisa da assistência. Como se estendendo-lhe a mão, ferisse o orgulho. Che, se encaixava na primeira e a maioria sempre se encaixa na segunda.Resultado: batido na Bolívia.
Não são todos os povos que estão dispostos a abraçar determinadas causas, ainda mais advindas de um estrangeiro que tenta transformar suas vidas com suas ideologias, melhor que fosse o seu propósito.
Não foi nenhum santo. Pegou em armas e comandou vários assassinatos. Mas, compreendo que tinha ingredientes que os líderes de hoje, não possuem mais, e que são suficientes para fazer sua imagem sua melhor marca. Intelectual, visionário, teimoso, polêmico e carismático, líderes assim nunca morrem. Os de hoje? São vaidosos e ambiciosos.

segunda-feira, 30 de março de 2009

O que será, que será...


quando a Amazônia acabar.
Não tenho bola de cristal portanto, não vou queimar meu filme profetizando que ela logo acabará. Mas arriscarei um palpite - a longo prazo, limitar-se-á em reservas, assim como a Mata Atlântica, antes de ponta a ponta do nosso litoral, agora reduzida a menos de 8%, tão estrangulada pela civilização. Não, não se trata de pessimismo, quando as coisas caminham para o óbvio.
Veja bem, o Brasil possui a maior fatia da floresta, são 64,3%. No entanto, o que menos dispõe de gente zelando por ela. Amarrados ao fortes interesses comerciais, estão a burocracia e a ausência de uma legislação rigorosa.
Estimam-se que, todos os dias, parte dela tomba e desaparece, em silêncio e ritmo acelerado. Espécimes em extinção são abatidos, animais vivos, plantas e minerais, saem clandestinamente. É o preço da comercialização, dilapidando um imenso patrimônio.
A gente bate no peito e diz ‘a Amazônia é nossa’! Nem tanto assim. Não é só pelo bioma que os olhos do mundo estão voltados para lá. O caminho também está aberto para Ong’s disfarçadas com seus ‘rótulos’ preservacionistas, estrangeiros comprando áreas, madeireiros ilegais, garimpeiros e até mesmo a Petrobrás estão em áreas de preservação.
Qual será o impacto disso tudo?
Um mapeamento produzido pela Raisg - Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (http://www.raisg.socioambiental.org/), é que vai ajudar nessa avaliação, em todos os 9 países que possuem fronteiras amazônicas. É o mínimo.
Quem se lembraria dos documentários produzidos pelo oceanógrafo francês, Jacques Cousteau, em 1982, na bacia Amazônica, revelando-nos um dos maiores ecossistemas do mundo. Alguns anos depois, surgiria o Hotel de Selva Ariaú Amazon Towers, fundado em 1986. Localizado no município de Iranduba (60 km de Manaus), o empreendimento fica dentro de uma unidade de conservação estadual, a 6 km de distância do Parque Nacional de Anavilhanas.
O dono, que se diz adepto da preservação, recentemente foi multado pelo Ipaam - Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, por crimes ambientais. Além da poluição das águas, os fiscais relataram resíduos sólidos próximos ao empreendimento, muito lixo e criações em áreas de reciclagem.
A multa ele paga na boa! Isso, quando recorre e não paga. O que evidencia um contrasenso, mais parece um triste fim anunciado.

domingo, 29 de março de 2009

É a 'Curtura'


A arte na visão do leigo
Genial ou não, por mais que nos esforcemos, jamais iremos interpretar as obras e esculturas com a mesma intensidade que os artistas gostariam, tamanha sua complexidade.
Daí, vasculhei a rede atrás de algo que pudesse dizer - Opa! Consegui analisar. Não sou tão ignorante assim. Enfim, estou entendendo arte!
Primeiramente, encontrei muita coisa sem pé, nem cabeça. Incompreensível mesmo. Coisa que você olha e diz 'Desisto'. Peneirando, peneirando...encontrei essas três aí! Vamos lá.
Da esquerda para a direita: O semaforo (Londres) - Cara, mole! Cairia bem em metrópolis como Paris, São Paulo, Cairo. Não ia resolver nada mesmo! Mas o que vale é a intenção. Na visão do cara que acabou de sair do boteco, ao depará-la, diria 'Pô! Impressão minha ou esse semaforo tá dobrado? E eu nem bebi tanto assim!!' O cara ia ficar receioso e perplexo que viraria abstêmio;
A segunda é simples: O cara batendo a cabeça na parede (Los Angeles) - Interpreto da seguinte forma - Com a atual crise econômica um executivo renomado acabou de perder tudo, putz..! Ô, dó!! Depressivo e arrasado bateria a cabeça na parede dizendo 'Perdi...perdi tudo! Como eu sou burro';
A terceira e última: O casal (Nong Khai/Tailândia) - Ah... essa, minha preferida. Imagine a família de turistas que visitaria o País pela primeia vez, uau! Obviamente, queriam levar uma foto de recordação. Porém, o filho vira e dispara - 'Ih, pai! Esqueci a máquina. Peraí, vou buscar'. E estão lá, esperando até hoje...
Viu? Fácil.

sábado, 28 de março de 2009

A lógica da insensatez



Quanto mais camadas e macio, maior a polêmica

Polêmicas à parte, lá fora é assim. E muitas vezes, a fúria e o radicalismo de alguns ambientalistas beira à insensatez. O papel-higiênico, na Europa e na América 'de cima', possui de 3 a 4 camadas e virou alvo desses 'alguns'.

Do ponto de vista da cantora pop, Sheryl Crow, o uso poderia ser mais consciente -“Proponho uma limitação na quantidade de papel higiênico usada durante uma ida ao banheiro. Com exceção, é claro, daquelas situações que pedem pedaços bem maiores”. Hum...!

Tá vendo! Tem até gente se especializando na otimização do uso do papel-higiênico. Mas, não é essa simples maneira que salvará as florestas. Ela tá entrando nessa, porque o pessoal do mundo artístico ganha bom conceito se engajando em alguma coisa, ótimo! Tem que ser assim mesmo. Desde que não saia por aí, disparando bobagens a troco de promoção na mídia. Será que ela tem idéia de onde está saindo a madeira, de quantas árvores são necessárias e o processo de confecção do papel-higiênico e de qualquer outro tipo de papel?

Observou a fotomontagem? Você consegue imaginar a situação? Árvores frondosas, centerárias e de lei, virando...papel-higiênico? Idéia inconcebível nos dias de hoje. Evidentemente, não é assim. A menos, que me provem o contrário.

A madeira utilizada na fabricação do papel-higiênico é de reflorestamento. As empresas cultivam áreas de plantio para fabricação específica. Caso não, você mesmo pode fazer sua parte e fiscalizar pela embalagem. Lá consta - a madeira utilizada para produção deste papel é de madeira de reflorestamento. Sendo assim, ponto pra ela. Amiga da natureza. Pode comprar.

Está dada a minha sugestão e eu nem sou pop-star!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Aiaiai, muchacho




Viagra entre os adolescentes argentinos virou moda.

Como é? O produto não seria destinado a adultos com algum tipo de disfunção? É, seria!

Mas, na Argentina, estimulante para ereção é um dos medicamentos mais vendidos aos jovens. É o Viagra na onda da garotada, segundo pesquisa do Colégio Oficial de Farmacêuticos e Bioquímicos da capital argentina.

Se vendidos em farmácias, trata-se de uma droga e sendo uma droga, necessitaria da orientação de um especialista. Creio que nenhum, em sã consciência, recomendaria para pacientes numa faixa etária tão baixa - 15, 16 anos.

Já li a respeito de um caso, onde o cara , também jovem, utilizou -se do medicamento tomando todos os comprimidos da caixinha de uma só vez, na intenção de abafar. Deu tudo errado. O episódio acabou em hospital, pois houve reação adversa.

Nesse caso, orientação é tudo! Desconhecem o fato de que uso e reação do medicamento pode variar de um organismo para o outro. O maior problema seria associa-lo ao desempenho, o que causaria dependência.

Outro problema é o priapismo -Trata-se de uma ereção muito prolongada que pode causar fibrose ou necrose. Aí, já era meu! Dizem os urologistas que, na melhor das hipóteses, o usuário teria a temida impotência definitiva, se comparada com os outros traumas.

Seguinte, já que a libido é incontrolável, use a cabeça! A de cima!! Melhor do que se preocupar com o desempenho seria de fato, protegerem-se.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Paixão Nacional



Esporte bretão



Mais de 1 século praticado no Brasil e ainda não tem uma estrutura invejável. Embora tenha um dos campeonatos mais disputados do mundo.

Mas ele crê...‘O futebol brasileiro poderia melhorar em tudo’, diz o ex-jogador de futebol da seleção brasileira tetracampeã do mundo, Leonardo. Hoje, Dirigente do Milan-Itália, onde também atuou.

Lá fora, em matéria de organização estão muito à frente -Os times são 'propriedades particulares', seus estádios são verdadeiros cartões postais, estão nos mercados de ações, o que permite aos torcedores participação ativa, como na Inglaterra. No Brasil, os presidentes das grandes equipes, são eleitos pelos associados. Uma legislação arcaica, permite-0s um reinado longo...longo e às vezes controverso.

Outro fator determinante é o comprometimento dos dirigentes que impera por lá e que ainda não chegou cá. Só lembrar casos recentes de alguns times brasileiros que sofreram verdadeiros assaltos. Negociações de jogadores sob suspeitas, esquemas de lavagem de dinheiro, promessas de estádios não cumpridas, etc... coisas que culminaram com sua quase falência das equipes.

E Leonardo, ainda complementa - 'O clube faz receita basicamente com três áreas principais: venda de direitos de televisão do seu produto, que é o jogo; licenciamento da sua marca e propriedades do estádio', continua...'No caso do Brasil a gente poderia acrescentar a venda de jogador como uma quarta área'. E é aqui, nosso maior diferencial! O Brasil é de longe a maior vitrine, maior celeiro e exportador de craques do mundo. Jogadores que despontam na adolescência e antes mesmo de completarem maioridade, já estão de malas prontas. Clubes com o 'pires na mão', revelações impossíveis de segurar.
Outro fator negativo do nosso futebol, são as limitações dos estádios, com sua falta de segurança, conforto, problemas de infraestrutura e manutenção. Espera-se que com os investimentos que devem ser feitos em estádios para a Copa do Mundo de 2014, isso seja solucionado, ou amenizado.

Mas aí fica a pergunta do ex-jogador - 'Quem vai administrar esses estádios depois da Copa? Quem vai se beneficiar com isso? Tem que ver qual política será adotada'. De novo, parece uma transmissão de pensamento, pois receiamos a mesma coisa - Com o fim da Copa a má gestão e abandono, perpetuem.

quarta-feira, 25 de março de 2009

No topo do mundo


Menos ricos. Fazer o que, né!

Nossa! Já estava perdendo o sono sem saber quem era o mais rico, quem perdeu quanto e o que seria do seu futuro. Ainda bem que existe a Forbes.

Aliás, segundo a Forbes, entre os 10 mais ricos do mundo, todos perderam quantias fabulosas. Bill Gattes, de uma fortuna de $40 bi de dólares, com a crise econômica perdeu $18 bi, mas ainda encabeça a lista dos 'bam-bam-bans'. Quem mais perdeu, foi o indiano Lakshmi Mittal (8ª posição), Siderurgia. E o que menos perdeu foi o espanhol Amâncio Ortega (10ª posição), Varejo.

Brincadeiras à parte, desde que o mercado financeiro existe, negócios de risco são assim mesmo. O dinheiro migra de mãos o tempo todo, mas em grandes crises essa velocidade de transição é potencializada.

Só que, ao contrário da grande depressão que assolou os EUA, em 1929, e que perdurou por um longo tempo, hoje, embora os mercados estejam muito interligados devido à globalização, as economias estão mais sólidas, os governos tem mais lastro para bancar e manter o controle das crises e as ações são mais imediatas amenizando os estragos.

Ainda bem que você existe, Forbes. Agora, já posso dormir mais tranquilo. Prometo que não vou mais entrar em crise.

terça-feira, 24 de março de 2009

Business to business

Uma questão de negócio
Tema de aula de administração, economia, marketing? Não-não!
Lembra-se do teste vocacional que aplicam aos pré-vestibulandos, no sentido de orientá-los na escolha do curso pretendido? Ajuda, mas sempre dá mais de uma opção e área. É o psicólogo entrando em cena.
Depois da educação ter virado o grande filão, eis que agora são os cursinhos preparatórios para concursos públicos o alvo do momento. Alguns, são caríssimos, coisa de colégio particular de primeira linha, mas o detalhe: não garante vaga pra ninguém. Mas aquele papo de estabilidade e bons salários ainda pesam na balança.
O negócio evoluiu tanto que tem até psicoterapeuta dando orientação para o concorrente obter melhor desempenho. Coisas que lembram dicas aos vestibulandos, próximo às provas. Vai desde - listar títulos, agrupar conceitos e termos similares, fazendo uma associação (Rima, música, anedota, imagem e novidades são algumas estratégias usadas com sucesso); passando pela atenção a fotos, esquemas, tabelas e gráficos no texto que você está estudando; ler os textos em voz alta, sempre revisando a matéria do dia anterior; finalizando por mudar a rotina do período do dia e local do estudo, sempre acrescentando novidades. Segundo os profissionais, isso facilitaria a memorização e eficácia no desempenho.
Ah, é! Ainda teria a seguinte frase-chave que, mais estimulante, impossível: Torne-se um vencedor de seus próprios propósitos! Captou?

segunda-feira, 23 de março de 2009

Cisma boba



Muito por tão pouco

Essa foto em que aparece um integrante da banda Jonas Brothers puxando os olhos, causou-lhe um grande incômodo. Com esse mesmo gesto a adolescente Miley Cyrus, do seriado Hannah Montana, passou pela mesma saia justa. A comunidade asiática considera o gesto preconceituoso e difamatório. Rolou até advogado na parada falando em processo, com a seguinte justificativa -"Eles estão encorajando e legitimando insultos às pessoas de descendência asiática". ...???

Veja, as letras de Eminem (entre outros) são duras, fortes, às vezes fazendo alguma apologia e repletas de palavrões. Lembro-me de um filme onde o protagonista (Ben Affleck), interpretava um servidor da máfia e como tarefa teria que sequestrar o irmão de um promotor federal que tinha problemas mentais. E toda vez que ele dialogava com o rapaz, a palavra retardado era uma constante. Pejorativo ou normal? Na ficção é aceitável? Mas o quê imita quem, ou quem imita o quê?

Os valores estão invertidos, essas pessoas não são modelos de referência ou a idolatria exacerbada está cheia de expectativa? Basta um ato infeliz e tudo desmorona?

Tem gente que gosta e se identifica com participantes de reality show. Uns caem no esquecimento, outros, viram ídolo. Pois é, e o que tem demais?! Eu que não vejo nada demais naquilo. Nada me acrescenta ver gente confinada, falando monte de bobagens, se estranhando ou com o discurso prontinho. Tudo muito manjado. O único talento que percebo (e desperdiçado) é o do apresentador que tem um bom texto. Talvez, por isso tenha sido ele o eleito para alavancar o tal programa. Enfim...

Como vê, cada um é cada um e a repercussão sempre causará polêmica quando alguém defender sua posição. Ah, sim! Analisando a foto racionalmente, também não interpreto como ato ofensivo. Creio ser ofensivo dirigir-se às minorias, pessoas de cor, raça ou religião com termos pejorativos, vulgares e com desrespeito. Dar ênfase a tão pouca coisa é que acirram as cismas.

Pelo andar da carruagem, daqui a pouco olhou para o lado...'Epa! você estava me olhando de um jeito..., não gostei! Vou lhe processar'. Isso é um sinal evolução? Hum...então estou ficando para trás, lerdinho-lerdinho. Sou mesmo um retardado.

Eu disse lerdinho e retardado? Vou me processar. Quanta bobagem...

domingo, 22 de março de 2009

Ah! Eu já sabia

Muito fácil sacar

O Antes: Hum...caidinha, hein! O Depois: Fiu-fiu! Ah, agora sim!
Como é que eu sei?! Tá na fachada. Ops...na cara! Mais visível, impossível. Pra alguém mudar tanto, só surpreendido com algo bom. Na política, por exemplo, prestígio e uma indicação, revigoram.

Uma corrente do PT, liderada por Tarso Genro, já defende uma antecipação pelo nome de Dilma. Mas que grande novidade! E o PT, lá tem outra opção? Excluindo ela, quem? São sempre as mesmas caras, desgastadas, com os 'cartuchos' queimados, ou não tem cartucho nenhum. Traduzindo, seriam facilmente 'engolidos' por Aécio ou Serra.

sábado, 21 de março de 2009

Em órbita


Perdido no espaço
Morcegos, são seres espetaculares, os biólogos que o digam. É certo que seu aspecto, mitos e certa dose de ignorância, ainda amedrontam muita gente.
Seu habitat são forros de casas, bueiros, principalmente cavernas. Em sua maioria, alimentam-se de frutas e insetos. E, é aqui que reside o mito -poucas são os espécimes hematófagos (que se alimentam de sangue), também não saem por aí, atacando agressivamente como retratam os filmes. Possuem ótimos sentidos: olfato, audição, memória e visão. É, visão. Enxergam tão bem de dia, quanto de noite, apesar de serem noturnos.
O detalhe é que um deles deu o que falar. Ficou famoso, hein, bichinho! Só pode ser um morcego míope. No lançamento do ônibus espacial Discovery, uma imagem deixou os analistas da NASA bastante intrigados. Após verificação, constatou-se algo preso ao tanque de combustível da espaçonave.
Seria o Batman, pegando uma carona? Não. Qual nada, era só um pequeno morcego. Disseram que, provavelmente tenha morrido quando entrou em órbita.
Provavelmente? Sem oxigênio, alguém ainda tem dúvida?

sexta-feira, 20 de março de 2009

O Contador de Histórias


Era uma vez...

Hoje, 20, dia do contador de histórias. De relance, lembro-me de dois bem marcantes -
  • Dona Benta (interpretada por Zilka Salaberry), do Sítio do Pica-Pau Amarelo;
  • Forrest Gump (por Tom Hanks), em 'O contador de histórias', belíssimo filme, diga-se de passagem.

Personagens da ficção, mas que contribuiram para semear o mundo imaginário de muita gente, principalmente a primeira. Nem tanto intensa quanto o personagem do filme, mas suas histórias eram em série, tinham uma sequência.

Na vida real, onde estariam os grandes contadores de história? Será que na ABL (Academia Brasileira de Letras)?! Ã-hãm. Creio que não. Creio que os maiores especialistas, exímios contadores reunem-se lá..., em Brasília. São feras, meu amigo(a)!

O outro lado

Brincadeiras à parte, o dia do contador de história vale ser lembrado, sim! Há um pessoal aí, que transforma o exercício, em uma atitude louvável. E isso nem tem tanta divulgação, justamente por ser voluntário e sem fins lucrativos.

São os voluntários do projeto Viva, que doam seu tempo levando um pouco de atenção às crianças internadas. Eles atuam em hospitais credenciados pelo Viva. Esse voluntário tem que ter mais de 18 anos, comprometimento, passam por um processo seletivo e treinamento, antes de ser integrado. Saber mais no site (vivaedeixeviver.org.br)

Diz a sabedoria popular que 'Quem conta um conto, aumenta um ponto'. No caso em questão todos os pontos vão para eles, os voluntários.



quinta-feira, 19 de março de 2009

Beleza Pura

Pergunte ao espelho, digo, ao Pc

Novidade pega mesmo! O Beautifulpeople.net, do Facebook, idealizado por dinamarqueses que, provavelmente não tinham mais o que fazer, já virou mania em vários países da Europa, além dos EUA, Canadá e Japão. É a 'rede só para os bonitos'. É mole?

Cadastrar-se é bem simples, além do rostinho bonitinho o outro requisito para o futuro pretendente é ter tudinho no lugar, só isso! Aqui é que mora o perigo, porque quem aprova são os membros já cadastrados. E como gosto é gosto...tudo depende.

Aqui no Brasil, daria a maior bronca. Sabe como é! Tem aquele papo de racismo, preconceito...etc. Mas não tenho dúvidas, apesar de toda polêmica a onda pegaria mesmo. Tanto que em São Paulo, já existe uma boate exclusivamente destinada às pessoas bonitas e ricas. Se é modismo ou vai pegar, eu não sei. De qualquer forma, lá fora, os usuários da rede virtual, já passam de 120 mil.

Não tem aquele ditado que diz - 'quem ama o feio, bonito lhe parece'...por via das dúvidas, ainda bem que já inventaram o photoshop.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Educação


Aqui jas, ensino público.
Será? Não, ainda não. É só uma provocação, quem sabe a coisa anda.

Mas se as mídias estão discutindo o tema, vou aproveitar para dar meu palpite também, oras!
Vamos lá:
Qualquer escola pública que você visitar, tranqüilamente vai observar e apontar, sem sequer perguntar ao diretor(a), professores, funcionários ou alunos, mais de um (isso mesmo, mais de um!) problema que interfira diretamente no rendimento escolar. Seja ele interno ou externo. Havendo uma que seja exemplo e não haja qualquer queixa, desconheço.
E os responsáveis, hein?
Bastante complexo. Jogue o assunto na roda e perceberá que a ‘batata quente’ vai ser arremessada pra lá e pra cá, como peteca. Como se dissessem - culpado somos todos e nenhum.
Eu diria que, em parte, são àqueles que administram a *verba, e se administram, deveriam fiscaliza-las e ir além, para não restar dúvidas: publica-las (não tô falando de D.O, pouquíssimos são os que sabe pesquisar aquilo lá), para que os interessados tomassem ciência da sua finalidade. Não havendo fiscalização e clareza, abrem-se espaços para a má utilização, desvios e desmandos.
Pensar em desburocratizar os entraves, visitas periódicas, reuniões ou simples contato que seja, ouvindo os responsáveis pelas Instituições, já seria uma forma de compreender as necessidades. Educação é ou não é prioridade?
O comprometimento dos pais, também é importante. Não se isentar das responsabilidades é uma forma de cobrar posteriormente. Afinal, escola é só uma extensão na formação da criança e do adolescente. Esse ‘bê-a-bá’, todo mundo tá cansado de saber.
Apenas para exemplificar, em matéria recente, numa escola pública de São Paulo, professores, pais e alunos fizeram um mutirão para uma ‘limpezinha básica’, com intuito de diminuir o aspecto de abandono da escola. Não creio que seja essa a solução para o problema. Ah, o resultado? Dia de aula perdido! Mas enfim...fazer o quê?! Alguém teria que meter a mão na massa.
Mas o duro dessa realidade sem fim é a seguinte: entrar ano, sair ano, ouve-se a mesma ladainha - escola sem biblioteca; merenda que não foi entregue e quando entregue, prazo de validade vencido; ônibus em situação precária...Recentemente, metade dos professores temporários avaliados pela secretaria estadual de educação de São Paulo, tiraram zero.
Puxa! No meu tempo, mesmo quando a gente não sabia nada, ganhava meio só para assinar o nome. Será que nem isso...será?
Um pouquinho de seriedade, senhores(as). Estamos tratando do futuro de uma Nação.
*Não estou divagando à toa. Isso foi objeto de pesquisa de economistas da PUC-RJ e da Universidade da Califórnia e matéria de uma revista de circulação nacional. Mais do que isso, o problema não é específico à determinada região, estado ou município.

terça-feira, 17 de março de 2009

Madoff & Wall Street

O vendedor de ilusões
"My name is Madoff'. Bernard Madoff".
Parafraseando 'aquele outro', de boa aparência, posudo, conquistador e famoso nas telinhas, esse aqui não tem nada disso e para completar, ficou famoso às avessas. Porém, há uma grande semelhança fundamental: a lábia.
No mercado onde Madoff atua, ferramenta mais que suficiente para vender ilusões às suas vítimas (leia-se, lucro fácil), investidores do mundo todo inclusive, aqui do Brasil.
Estima-se o valor de 65 bilhões de dólares. Mas, onde foi parar esse dinheiro todo? Taí uma boa pergunta.
Não creio que tenha agido sozinho, nem foi encontrado essa montanha de dinheiro em seu poder. Então, fico imaginando -'Ah, Madoff seria o cabeça de uma quadrilha'.
Perguntado se teria mais alguém envolvido, preferiu o silêncio, mesmo sabendo que irá encarar uma senhora cana (mais de 150 anos, pelos crimes todos). Repensei - 'Provavelmente, testa de ferro, costa larga'.
Então, será que foi assim? -
Sicrano: Gente, precisamos encontrar alguém para assumir a culpa. O FBI, está na nossa cola.
Beltrano: Eu é que não!! Tenho família.
Fulano: Todos temos. O que propõe, Madoff?
Madoff (pensando): Bem, podemos tirar no palitinho.
Sicrano: Boa, Madoff. Quem tirar o menor, assume a culpa.
E todos tiraram, até que chegou a vez de Madoff.
Fulano: Então, Madoff? Você foi o último.
Madoff: aiaiaiaiai!!! Oh, my god!
Não, provavelmente, não foi assim.



segunda-feira, 16 de março de 2009

E na escola...

Jarbinhas, tá de castigo!


Eu me lembro que toda vez que era meio abusadinho na escola, ficava de castigo. Pelo menos, até onde eu sei, isso está em desuso. Hoje, são os alunos que põem os professores de castigo. Mas isso é enredo de uma outra história.

O que aconteceu com o Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), me fez regressar no tempo. Lá..., no tempo da escola.

Não é toda hora que aparece um político, 'atirando' contra os seus pares. Tá certo! O que foi dito não é novidade pra ninguém e que corrupção não é prática comum do seu partido...etc. Aí, a dizer que "90% do próprio partido, quer mesmo é corrupção e praticam clientelismo de olho em cargos...", soou como bomba. Pelo menos, pra mim!

Tanto é que os 'bombeiros' de prontidão, já apareceram para tentar desqualificá-lo. Mas, por quê os 'mocinhos' não se colocaram a seu favor? Vão mesmo deixar a oportunidade passar? Apostam no tempo para cair no esquecimento e tudo ficar numa boa? Uma pena.

A moral da história, fosse na escola (lá..., no meu tempo) é a seguinte:

A professora, certamente lhe diria - Menino insolente! Falou demais, tá de castigo!!

Viu, Jarbas, falou demais acabou isolado.

domingo, 15 de março de 2009

Música

Classic Rock
Domingão 'ligth', nem a fim de tocar em tema polêmico.
Bom, então vamos atacar de música! Afinal, todo mundo gosta.
Boa! E falando em música, tô sabendo que os antigos companheiros de Jim Morrison (saudoso), irão pousar aqui com o show Riders on the Storm.
Riders on the storm, é o título do álbum de 1971, do The Doors, e que tem a música que leva o mesmo nome e é tocada até hoje, só para ter uma idéia.
Nostalgia? Naftalina? Que nada, são só os 'tiozinhos' do rock mandando brasa. E como tem! Os velhinhos do Iron Maiden estão em turnê com a bola toda, inclusive aqui no Brasil.
Pra quem gosta desse tipo de som (eu, por exemplo), os caras estarão tocando dia 18 de Abril, no espaço Anchieta, em São Paulo. É esperar pra ver.

sábado, 14 de março de 2009

Que é isso, companheiro!!

Inimigo íntimo
Seria uma pausa à viagem aos EUA?

'X'..., olha o paparazzo!

Que nada! Despropositada, não fosse oportunista (para não dizer outra coisa). Ou como diria - bem amigo da onça.

A foto de bandeja e o mau exemplo está dado. Permitindo a foto, permite o comentário, já que deveria ser mais diligente com a situação.

O momento íntimo do nosso presidente, é pra lá de politicamente incorreto, ainda que o tema 'meio ambiente' está tão em voga, todo mundo preocupado e tal... já pensou, todo mundo 'aliviando' por aí?!
Tudo bem! Vou crer e considerar ato falho a assessoria ter esquecido o peniquinho presidencial. Mas, viu presidente? Dei um jeitinho! Fosse um pouquinho mais sensível, utilizaria a garrafinha ali, debaixo do braço.
Xixi no matinho, não pooooooode!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Efeito Estufa

A culpa é da vaquinha

Isso até poderia ser engraçado, mas não é! Pois pobre da vaquinha que, se o faz é inconscientemente. Já o homem...bota a culpa na vaquinha!!
Segundo dados da McKinsey, empresa que presta consultorias pelo mundo afora, (veja www.mckinsey.com/) chegou a conclusão de que o gás metano produzido pelo rebanho bovino é um dos grandes contribuintes para o aumento da temperatura no planeta.
Como o Brasil tem um dos maiores rebanhos do mundo, a McKinsey sugere como uma das soluções viáveis o aumentando da produtividade, ou seja, a aceleração do abate como forma de controlar o aumento do rebanho e consequentemente, reduzir a emissão do metano. Simples assim?
Simples assim na visão dos pesquisadores! Agora, quem é que vai convercer os criadores?
Aproveite o momento para tentar convencer os proprietários de madeireiras ilegais , os agricultores que avançam incen
diando floresta adentro, os índios que permitem a mineiração e pesca predatória, em suas terras...enfim! Mas faça isso agora, porque já está ficando tarde.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Política

Enquanto isso, em Brasília

"Eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é meu lugar...", é Roberto Carlos, ele voltou e com toda a força, bençãos e apoio do...ué?! Do Presidente Lula?!?

Calma, senhores(as), perfeitamente explicável pois, política é a arte do impossível. Esse tipo de aliança é mais comum do que parece, principalmente quando há ausência de ideologias e a conivência, dá lugar aos interesses mais nebulosos.

Collor, disputava a candidatura com Ideli Salvati, do PT, e foi eleito presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, para incredulidade dos petistas. Com isso, poderá agilizar a tramitação das ações do Plano de Aceleração do Crescimento, âncora do projeto de Lula, cuja finalidade é pura e simplesmente, alavancar a candidatura Dilma para a presidência 2010.

A pergunta que não quer calar -

Por quê Lula não apoiou Ideli, do próprio partido?

Faltar-lhe-ia competência? Infiel às cores e tradições do partido? Correta demais (isso aqui, em se tratando do assunto é obstáculo)?

Bem, eu não sei! Mas se alguém sabe a resposta, por favor me diga.

Enquanto isso, velhos bordões, já ecoam nos meus ouvidos: "Minha gente...", "Não me deixem só!"

É...o "super-herói", voltou com a corda toda.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Espionagem

A casa caiu!

Numa transcrição bem humorada e imaginação fértil, narro aqui como devem ter sido descobertos os dossiês, na residência do Delegado que, na minha modesta opinião, deveria ser um homem mais zeloso, né?! Guardar tais informações em casa, francamente...
Às vezes, a ambição cega o homem, ou trata-se da imperiosa sensação de impunidade que impera nesse País.
Bom, sem mais delongas, atemo-nos aos fatos.

O agente Mulder, (Qualquer semelhança com aquele do Arquivo X, é mera coincidência) companheiro de profissão bate à porta da residência do 'Delê' (Delegado Protó).

Toc-toc!
Delê: Quem é?
Mulder: Sou eu, o agente Mulder.
Delê (abre a porta): Mulder? Mas, a essa hora, você não ter mais o que fazer não?
Mulder (desconcertado): Desculpe-me! Mas é que eu precisava usar seu computador, rapidinho! É que eu estava passando um e-mail para minha mãezinha e meu pc 'deu pau'! E como você mora perto, pensei...
Delê (interrompendo-o): Ok-ok, entre!
Dirigiram-se ao escritório da casa que fica ao lado da sala de estar.
Delê: Fique à vontade! Quer um suquinho?
Mulder: Ah, sim! Por favor, se não for nenhum incomodo.
Delê: Nada! Incomodo nenhum. Já volto.
E dirigiu-se à cozinha.
E Mulder, feliz da vida, começou a fuçar. Mas, como todo curioso que se preza, não iria fugir à regra de bisbilhotar o pc alheio.
Mulder: Lá-lá-lá...que isso aqui?! Operação 'só ti agarra'...senha...opa-opa! E isso aqui? Hummm...
Nesse exato momento, o Delê entra no escritório.
Mulder: O que significa isso??? São dossiês!!
Delê (mais do que depressa, na vã tentativa de despistar): Mulder, vamos ver se a verdade está lá fora, vamos? (eu disse que era mera coincidência)
Mulder: A verdade está é aqui, no seu pc!
Delê (completamente sem reação, pensou): Ai, Jesus! Danei-me!