
Hegemonia em baixa.
Já apresdestes mandarim? Está esperando o que, comece já! Se pensar muito, ficar relegando a segundo plano, postergando..., melhor é nem tentar. Porque é um alfabeto tão complicado que, quando aprender tudo (se é que vai), nem vai dar tempo de colocar em prática nesta vida.
Brincadeiras à parte, todo mundo já ouviu falar que a hegemonia dos Estados Unidos estaria, há muito, sendo ameaçada pelas sombras do gigante chinês, hoje, regido pelo presidente Hu Jintao.
De fato, a economia dos EUA declinaram e muito. Sofreram uma 'senhora' derrocada e por pouco não levaram consigo muitos outros; mas ainda assim, representam uma respeitosa potência do lado de cá. Talvez, nem tanto pela supremacia econômica mas pelo considerável poderio militar.
Só que aos poucos a China vem ocupando espaço no tabuleiro do mundo e para os norte-americanos, saltar de protagonista a personagem secundário na peça, nem pensar; vai contra sua cultura de dominante. Como a guerra fria já acabou há tempos, a nova promete esquentar.
Então, para evitar novas quedas de braços, tentativas de um querer tragar o outro como no passado, melhor que haja consenso para o bem do mundo e que caminhem juntos; potência por potência, inegavelmente, cada qual é mas do seu respectivo lado.
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