quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Quem quer, faz

Só que muitas vezes, em benefício do próprio bolso.


Qual o preço da corrupção? Estima-se que, no mínimo, 20 bilhões de dólares para economias pobres. O Banco Mundial vai mais longe, estima-se que, em suborno, o valor chegaria a 1 trilhão de dólares/ano.

Milhões, bilhões, trilhões...esse é um belo montante de dinheiro ilicitamente desviado pelos corruptos, mundo afora. Evidentemente que cada país lesado perde, tem ligeira culpa e noção de quanto cada um perde com a corrupção. No entanto, algum deles tenta, outros nada fazem para impedir, porque será?

A maioria, por serem muito pobres, com suas leis e legislações arcáicas, enfraquecidas e debilitadas. E quando contam com a cooperação de pessoas má intencionadas então, tudo fica mais difícil. Sem falar que essas mesmas economias emergentes, além da vulnerabilidade, são alvos fáceis para especuladores que jogam com a inconstância de suas economias.

E qual o melhor antídoto contra a corrupção? Sem dúvida nenhuma a boa vontade para detectar onde está é o problema, estancá-lo, detê-lo e punir os seus responsáveis com rigidez; assim como fazem os países mais desenvolvidos com leis e regras específicas e severas. Lá, corruptos são presos. Diferentemente daqui, por exemplo.

Essa corrupção pode ser coibida e combatida, sem dúvida. Porém, como na maioria das vezes, impera o famoso jeitinho a corrupção segue fazendo seus rombos. Mas poderia e deveria ser combatida, revertendo-se em punição severíssima.

Para que essa rigidez dê certo é necessário a essencial cooperação dos países receptores desse dinheiro ilegal. Já chega de explorar os mais pobres, né! Esse tipo de privilégio, já passou da hora de acabar.

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