
Eita padrinho bom, sô!
Eu sabia que a Caixa bancava atletas, a educação, os esportes olímpicos...agora, festa da posse de Ministro do Supremo Tribunal Federal, pra mim é novidade! Peraí..., mas esse aí não é o José Antônio Dias Toffoli, aquele apadrinhado pelo presidente Lula? O próprio. Ah tá..., então tudo explicado. Tudo bem que pode não ter co-relação nenhuma porém, um bom padrinho ajuda a abrir muitas portas.
A Caixa tenta justificar o repasse para o evento dos bacanas, realizado em uma área nobre de Brasília, da seguinte maneira: satisfazer interesses mercadológicos e por se tratar de um evento de relacionamento institucional. Sei...
Mas segundo Fernando Mattos, presidente da AJUFE (Associação dos Juízes Federais) outras empresas também fizeram grandes doações para a festança. Detalhe importante é que parte desses repasses foram parar diretamente nos fornecedores. E como contabilizar isso? Psiu, ô! É pra contabilizar, não. Que deve ter sido uma 'big' festa, isso com certeza; porque só da Caixa, levantaram R$ 40 mil.
Pois veja quão ddelicadas são essas coisas - os mesmos ministros do STF, futuramente, poderão estar diante de processos significativos, envolvendo a Caixa como 'réu'. E aí, será que não vai gerar um certo desconforto? Será que é esse o significado de 'interesses mercadológicos'?
Essas coisas muito estranhas não encaixam muito bem, nem cheiram. Não são os homens de preto que pregam a ética, o rigor da lei e a transparência? Direitos e deveres, devem ser igualitários, sem privilégios. Não basta pregar, tem que dar o exemplo; senão, não vale.
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