sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Jogar é preciso

A gamemania: Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.


O boom dos joguinhos virtuais não para; crescer é a principal meta, pois o céu não é o limite. Além de terem setornado um negócio bem lucrativo, estão se tornando numa grande mania, em toda a rede. Antes, tidos como passatempos divertidos, hoje, são objetos de entretenimento familiar; e, dizem, até auxiliam na coordenação motora, agilidade e concentração do praticante. É bem possível mesmo.
Com toda a tecnologia disponível e cursos que capacitam profissionais que especializam-se na área, não parece mais tão complicado criar games em curtíssimo espaço de tempo e disponibilizá-los na rede habilmente.
Aquele caso do garoto pentelhinho do Colorado (EUA), que causou enorme alvoroço em toda a cidade e mídia, mobilizando muita gente para encontrá-lo; posteriormente, descobriram que tudo não havia passado de um grande engodo arquitetado pelos próprios pais; enfim, é um bom exemplo de como alguém converter o problema em ideia, projetando um game para ganhar mercado baseando-se no episódio.
Depois dizem que a vida não é um jogo, se a própria virou um jogo. Transformada num negócio, capitaliza-se na era do oportunizar.

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