quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Itaiiiipuuuuuu...

Apenas um pequeno contratempo.
'Óia' a idade da pedra... ou, como queira um dos Ministros, um 'Microproblema'.
É verdade ministro sem noção, um microproblema que atingiu somente 18 Estados e mais ou menos...60 milhões de pessoas. Atingiu hospitais e quem estava em UTI's, ficou mais a perigo ainda; inúmeros ficaram presos em elevadores; causou danos materiais; outros sem água...por aí afora. Isso que é um microproblema super-dimensionado.
Mas no começo, para justificar o blecaute (diga-se de passagem que a turma do PT jurava que isso jamais se repetiria, enquanto governo), citaram as más condições metereológicas e climáticas, resumindo as imprevisíveis forças da natureza. Depois esses argumentos foram dissipando-se. Pra mim o nome ajustado pra ocasião é apagão.
E estão empurrando, enrolando...e, é isso que dá não buscar outras fontes alternativas de energia e não fazer investimentos em energias limpas e renováveis como a eólica e solar. É caro? Sim, claro que é. Mas uma hora não terão outra saída e vão ter que investir mesmo e se a cada vez que o país tiver aquele impulso para o cresimento, as quedas de energia forem constantes, vai ficar difícil.
Além do mais, não precisa investir no País todo. Porque não em regiões estratégicas, mais carentes, menos populosas, onde há sol o ano todo? O negócio é multiplicar as formas de gerar energia e isso é incontestável. Caso contrário, só quem vão achar tudo uma maravilha, são os fabricantes de velas.
Você sabia?
O ano era o de 2002. O Brasil estava a pleno crescimento, quando ocorreu um apagão. A partir daí, haviam percebido que o país não estava preparado para crescer. Então, criaram o seguro-apagão. Mensalmente, vinha embutido na conta de energia uma taxa para eventuais mediadas. Havia também um critério estabelecido para o consumo; ou seja, quem gastasse dentro de um limite mínimo estabelecido para o consumo, ficava isento. Obviamente, só quem conseguia tal milagre eram as camadas mais baixas.

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