sábado, 28 de novembro de 2009

Arruda, nada boa


A arte de fazer política é literalmente uma arte; porém, muito travessa.

José Roberto Arruda (DEM), governador do Distrito Federal, que até bem pouco havia dito que estava com um tremendo peso na consciência pelo fato ocorrido em 2001, na manipulação do placar de votos e queixou-se sobre a arte da prática da mentira; julgando ter aprendido tudo com seus pares da política; ao que parece, aprendeu muito além da conta. Há fortes denúncias contra Arruda, não são poucas, sobre pagamento de propinas, desde os tempos em que era Deputado Federal.
E de onde vem o dinheiro ou parte dele? Nesse meio, não há bondade. Esses esquemas são bem fáceis de exemplificar e não há formas de coibí-los a não ser com punição exemplar, com uma legislação punitiva relevante, caso contrário, não há remédio que dê jeito; pois, sempre quem financia a campanha de um alguém, futuramente, cobrará o retorno.
Então num determinado programa de governo é que se abrem as possibilidades, brechas ou portas para a evasão e demais práticas de corrupção, privilégios, superfaturamentos, lavagens de dinheiro e todos os tipos de esquemas que nem passam por nossas cabeças, somente nas exímias mentes trabalhadas e iluminadas pelos negócios ilícitos.
Mas, é bom deixar bem claro que os empresários envolvidos, jamais, jamais e jamais...assumirão que participam de determinado esquema; isto quer dizer que Arruda, enfrentará toda a ira, só; tão somente sozinho.
Isto quer dizer que nem toda a arruda para Arruda, ajudará.

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