Chora que eu te escuto.
Como não perco meu tempo. Analiso pelo que li; não pelo que vi. Mas, há muito, julgo a tv, um imenso palco de banalidades, programações sem conteúdo e desrespeito total, inabilitando os telespectadores. E o fato é que o 'homem do baú', anda muito excêntrico em suas 'brincadeiras'; passando da hora de parar e analisar suas atitudes frente a tv. Será que todos se curvam e ninguém se habilita a dizer-lhe? E quanto à garota, está no ar a quanto tempo? Há um tempão!
Bastou alguns acontecimentos para retornar a velha discussão sobre quais são os limites; criança pode ou não pode; é exploração, muita carga é responsabilidade estressante? Limitar, ou não limitar a programação?
Limitando, a chiadeira é geral; desde proprietários dos meios de comunicação aos comunicadores; considerando ingerência, imposição e ameaça à liberdade de expressão; classificando tudo como controle e censura. É bom lembrar que as concessões de tv's são públicas; portanto, cabe a elas bom senso e a discussão tem que ir além da audiência a qualquer custo e do lucro a qualquer custo.
E para aqueles que acham que cabe aos pais a decisão; que a única coisa que importa é se a criança transformara-se em uma espécie de 'mina de ouro', o aviso: Nem sempre realizar-se através dos filhos é bom negócio. A justiça entende que, em certos caso, a família não distingue o que é bom e o que é danoso para a criança. Daí, cabe sim, uma intervenção do Estado.
Porém, vejamos, embora seja uma atividade artística, o Estatuto da Criança e do Adolescente tem como princípio básico a dignidade, a proteção integral da criança e do adolescente, e submetê-la a a constrangimentos é crime previsto pelo estatuto.
Cultura, debates, conteúdo para formar cidadãos melhores, nada! Ok-ok...então, imagine você que os anunciantes, são pessoas jurídicas; essas pessoas jurídicas são compostas por pessoas físicas; essas pessoas físicas, têm famílias; será que essas famílias estão contentes com o que vêem? E que programação seus anúncios bancam?
Enquanto que a tv limita-se por si só, o potencial da internet é enorme e crescente. Por esses e outros motivos que as pessoas que tem acesso, não querem trocar a internet pela tv. Ao mesmo tempo que anárquica, é democrática. Será por isso, que algumas pessoas se sintam ameaçadas por ela (A consultar a lei Azeredo), querendo, em nome do combate à pedofilia, restringir a liberdade dos internautas e controlar a rede? Não conseguem nem controlar a tv!
Como não perco meu tempo. Analiso pelo que li; não pelo que vi. Mas, há muito, julgo a tv, um imenso palco de banalidades, programações sem conteúdo e desrespeito total, inabilitando os telespectadores. E o fato é que o 'homem do baú', anda muito excêntrico em suas 'brincadeiras'; passando da hora de parar e analisar suas atitudes frente a tv. Será que todos se curvam e ninguém se habilita a dizer-lhe? E quanto à garota, está no ar a quanto tempo? Há um tempão!
Bastou alguns acontecimentos para retornar a velha discussão sobre quais são os limites; criança pode ou não pode; é exploração, muita carga é responsabilidade estressante? Limitar, ou não limitar a programação?
Limitando, a chiadeira é geral; desde proprietários dos meios de comunicação aos comunicadores; considerando ingerência, imposição e ameaça à liberdade de expressão; classificando tudo como controle e censura. É bom lembrar que as concessões de tv's são públicas; portanto, cabe a elas bom senso e a discussão tem que ir além da audiência a qualquer custo e do lucro a qualquer custo.
E para aqueles que acham que cabe aos pais a decisão; que a única coisa que importa é se a criança transformara-se em uma espécie de 'mina de ouro', o aviso: Nem sempre realizar-se através dos filhos é bom negócio. A justiça entende que, em certos caso, a família não distingue o que é bom e o que é danoso para a criança. Daí, cabe sim, uma intervenção do Estado.
Porém, vejamos, embora seja uma atividade artística, o Estatuto da Criança e do Adolescente tem como princípio básico a dignidade, a proteção integral da criança e do adolescente, e submetê-la a a constrangimentos é crime previsto pelo estatuto.
Cultura, debates, conteúdo para formar cidadãos melhores, nada! Ok-ok...então, imagine você que os anunciantes, são pessoas jurídicas; essas pessoas jurídicas são compostas por pessoas físicas; essas pessoas físicas, têm famílias; será que essas famílias estão contentes com o que vêem? E que programação seus anúncios bancam?
Enquanto que a tv limita-se por si só, o potencial da internet é enorme e crescente. Por esses e outros motivos que as pessoas que tem acesso, não querem trocar a internet pela tv. Ao mesmo tempo que anárquica, é democrática. Será por isso, que algumas pessoas se sintam ameaçadas por ela (A consultar a lei Azeredo), querendo, em nome do combate à pedofilia, restringir a liberdade dos internautas e controlar a rede? Não conseguem nem controlar a tv!

Nenhum comentário:
Postar um comentário