
As sequelas que as crises e indiferenças deixam.
Motivadas pelo crescimento desacelerado; dinheiro que migra, conforme os interesses; aumento no número de desempregados; as reinantes incertezas econômicas; a escassez de dinheiro circulando; demais insensibilidades com as causa alheias. Só poderia resultar nisso: O número de famintos mundo aumenta, superando, pela primeira vez, 1 bilhão de pessoas*, estatisticamente falando. Isso é um agravante para a migração.
O que é mais grave - com a crise econômica mundial, houve impacto direto e proporcional sobre o recuo das áreas plantadas; caminhando sentido contrário à demanda pelos alimentos. Quando o número de bocas a serem alimentadas mantém-se ou elevam-se, corrobora com os elevados preços dos alimentos, mantendo-os elevados e bem acima da média.
Fica o alerta para os governantes quanto à prioridades e investimentos; também para os 'manda-chuvas' e 'bam-bam-bans' da grana preta, que especulam com os mercados emergentes. O sinal amarelo está aceso há muito tempo. 1 bilhão de bocas é muita gente e a fome é apenas um dos estopins para possíveis caos, saques e desordens; certamente, foge ao controle, já que a intolerância quanto a ela é imensa.
*Alerta do IFAD (Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura da ONU).
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