
Crime ambiental, resulta em processo contra gigante do petróleo.
Pois é, o que fazer com dejetos e resíduos químicos? Algumas empresas transformadoras de matéria prima, 'alugam' espaços físicos de outros países fazendo de lá um enorme e permanente depósito, transferindo o problema de impacto ambiental para os mais pobres; outros preferem 'desovar' em lugar qualquer. Foi o fez a Chevron.
Chevron e Texaco (http://www.chevron.com/), uniram-se para concentrar forças no mercado e as atividades da Companhia baseiam-se na extração de petróleo e gás natural; além do refino de petróleo e venda de demais derivados químicos. No Brasil, a matriz situa-se no Rio de Janeiro. Só que o foco da polêmica, fica bem longe dali.
A empresa está sendo responsabilizada por ter jogado, em solo amazônico, cerca de 20 bilhões de barris de petróleo; daquele, que não se tem proveito algum. E os índios, em pé de guerra, pelo envenenamento de suas terras, estão exigindo US$ 27 bilhões de indenização pelo estrago.
Com os índios amazônicos, pode ser o primeiro atrito em que se envolve uma gigante do petróleo. Mas casos como esse não são incomuns. A própria Petrobrás, mesmo que de forma indireta (sem interferência humana), já esteve envolvida em acidentes de vazamentos que culminaram em danos ao meio ambiente e resultaram em multas contra a empresa brasileira.
Portanto, fique ciente do motivo pelo qual empresas desse tipo, apressam-se em associar seus nomes aos eventos de preservação, patrocínios culturais, demais ong's ambientais e investem alto em propaganda; justamente, para minimizar a rejeição a cada possível incidente.
Sempre, em caso de revés, a insalubridade é muito grande; os danos são nefastos, deixam sequelas que podem levar anos e, em alguns casos, dependendo do vazamento, são até irreversíveis.
Contudo, em terras amazônicas, o estrago já está feito. Porém, os índios descobriram o caminho das pedras; o verdadeiro calcanhar de Aquiles dessas Companhias são: As contas.
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