domingo, 28 de junho de 2009

Ah, a idolatria.


Eles também idolatram, sabia?


No entanto, não tenho a menor idéia de como e quando começou; de onde veio, como e porque as pessoas exercitam tanto o fascínio e a idolatria. Não consigo me sentir na mesma situação e nem gostaria; a idolatria remete as pessoas a uma 'escravidão' da imagem alheia. Se reconfortante ou não, eu não sei; mas 'gente comum' sofrem tanto ou mais que seus 'ídolos' (que também são comuns), em determinadas situações.

Mas o que leva a esses extremos? Porque de tanta adoração, identificação e, consequentemente, imitação? Será a persuasão, o carisma, um pool de marketing ou tudo junto? E o contrário, o que leva um 'ídolo' a se queixar do excesso e invasão dos fãs, a perda da liberdade e falta de privacidade; se, no entanto, expõem a esmo, suas intimidades?

Lendo uma matéria com a 'senhora dos baixinhos' (46 anos), aquela que a emissora insiste em talhar como 'rainha dos baixinhos', é que resolvi refletir sobre o assunto; aí, é que cheguei a conclusão nenhuma! A coisa vai desde a crença em Gnomos e Duendes; que é melhor crer na imaginação do que na inteligência; passando pelo papo de que não gosta da noitada, de cheiro de cigarro, cheiro de bebida e cheiro de sovaco (?!); culminando com orgasmos múltiplos e que dorme só de calcinha (ué, e daí?!)...?!?! Que 'papão' interessantíssimo! Imagine-se falando isso tudo?

Opa, alto lá! Vou concordar com uma coisa, ao fato de: deixar-se levar pela imaginação, pelo emocional. Mal sabe ela o quaaaaaanto alimentou minha imaginação; o taaaanto que minha imaginação trabalhou lendo sobre isso.

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