Às favas com os ponderados.'Ó corte, que dilatas as esperanças dos atrevidos e que reduzes as dos talentosos tímidos, que alimentas fartamente os truões desavergonhados e matas de fome os que são discretos e briosos'.
Sobre mais essa polêmica envolvendo o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao contratar o namorado da neta, esta que justifica a vaga como sendo uma 'propriedade' da família; portanto, poderiam colocar quem quisesse; este mesmo rapaz que julga-se muito competente, justificando sua colocação como necessária para o Senado, logo raciocinei: Se ele é tão bom, mas tão bom, o que está fazendo lá como um funcionário público indicado? Poderia colocar todo seu potencial à disposição do setor privado, ganhando muito pela sua extraordinária competência.
Não se questiona o poderio dessas oligarquias políticas, dessas famílias tão tradicionais em seus Estados geralmente, elas dominam o cenário, tamanho é o seu poder. Possuem vastas extensões de terras, empresas de vários segmentos, enfim, elas comandam e têm muita influência e querem mais, sabe-se lá porque!?!Sendo assim, porque o nobre mancebo tão brilhantemente competente, não está a gerir uma das empresas da família do avô da namorada?
Bom, evidentemente que sou levado a crer no seguinte: Se efetivado em uma das empresas da família Sarney, haveriam despesas e encargos trabalhistas. No entanto, ocupando um cargo público, todas as despensas ficam por conta de quem, afinal? Aiaiai...Jesus.
O mais engraçado é que esses homens ainda insistem em falar de virtudes, decência e honestidade.
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