Peraí, tem mais!
Tarda, tarda, tarda...
Se sempre é justa, eu não sei, tenho dúvidas! Nem vou entrar no mérito da questão do certo ou errado, na visão do Direito. Mas que é lenta, não resta dúvida. Eis que veio-me à memória os casos de O. J. Simpson e Mike Tyson - respectivamente, um absolvido; o outro, condenado. Polêmicas à parte, a maior semelhança eram os pontos obscuros que foram decisivos.
Só que, detalhe: Dependendo da situação e momento, ela pende mesmo. Mas, afinal, deixo de lado essa polêmica, pois daria mais pano para a manga.
Antes que seja mal interpretado, não estou tirando onda com a justiça, não! Só que fatos, são fatos! E, é isso que o Direito mais leva em consideração.
O que mais exaspera é o fato não de entender porque o direito anda meio torto. Alguma coisa está errada quando num país, há cerca de 68 milhões de processos tramitando. Como é que se acumulam tantos?
Até o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), está preocupado com o acúmulo, lentidão e estrangulamento da justiça brasileira. Com a palavra a juíza Maria da Conceição da Silva 'Nós encontramos a Justiça inviabilizada'; juntamente, uma enormidade de gente insatisfeita e descrente.
Sim, não haveria outro modo! Principalmente, quando o tratamento de processos simples e complexos, são analisados igualitariamente. É papo sério!
Segue alguns casos colhidos na rede, apenas para exemplificação -
E o problema vai de uma ponta à outra: Desde o espaço físico inadequado, até a conclusão confusa de alguns processos e déficit de pessoal qualificado. Pior mesmo é aquela papelada toda acumulando poeira e ocupando espaço. Tudo isso, em plena era tecnológica.
Será que a justiça, além de lenta e conservadora é avessa à informatização e à agilização? É o que parece. E quem é que ganha com isso? Vai saber! Mas isso tem que mudar. E cabe ao CNJ melhorar o padrão e a determinar a agilidade do judiciário brasileiro.
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