Nesse ritmo, onde vamos por isso tudo?
Não só um problema das grande cidades, mas de todos os centros urbanos.
Muito embora tenha havido um aumentado no nível de conscientização quanto à degradação do meio ambiente; embora em algumas dessas
cidades, sejam os aterros sanitários o destino do
cidades, sejam os aterros sanitários o destino do
lixo urbano; ainda assim, as medidas são insuficientes.
Se cada um nós, produz em média 920g de lixo sólido/dia e a quantidade de
lixo reciclável chega a apenas 2,8
kg/ano, por habitante o que, então, fazer com tanto resíduo?
Quase todos os municípios b
rasileiros possuem uma associação ou cooperativa, formada por catadores de materiais recicláveis; entre os mais comuns, estão os derivados do papel, plásticos, vidros e metais (alumínio, cobre e aço). Todos tiveram evolução na coleta seletiva; tanto que no Brasil, a porcentagem de reciclagem do alumínio, atinge 92%. Fontes: SNISS (Sistema Nacional de Informação sobre
Quase todos os municípios b
Saneamento) e ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).
Porém, no balanço geral, representa muito pouco. Saiba que lá fora, nos países desenvolvidos, a
cultura da reciclagem é vigorosa; e ainda, há uma forte corrente de pensamento para que se produza o mínimo possível de
lixo urbano.
Existem perigos maiores para o meio ambiente - os agrotóxicos, o chumbo e o mercúrio; pneus velhos, os metais pesados e tóxicos presentes nas pilhas, aparelhos de celular e suas respectivas baterias e as baterias automotivas. Muita gente descarta esses produtos, no
lixo comum. Com as chuvas, vão contaminar os rios; também podem atingir nascentes e lençóis freáticos.
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