O que é mito e o que não é !?
Muitos boatos surgiram sobre os possíveis malefícios, no organismo, devido ao consumo exagerado de refrigerantes. Consumi-lo racionalmente, não faz. Mas o hábito acaba virando vício; porém, o que é fato e o que não é?
Com efeito, a poderosa arma da propaganda, foca as crianças; principal nicho desse produto; que acabam aprendendo a falar o nome do refrigerante e a pedi-lo tão facilmente, quanto pronunciar o 'papai', ou 'mamãe'. Isso é fato.
E quando ele começa a pedir insistentemente; você inocentemente, não vendo outra alternativa, até mesmo para não contraria-lo...insistir na aguinha, ou no suquinho?! Nenhum dos dois; de jeito nenhum! O garoto quer 'refrigereco' (Lembra-se do comercial?) e sucumbe ao refrigerante, viciando-o de pronto. Isso também é fato.
Agora, estudo recente, do médico Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina (Grécia) e publicado na revista IJCP (International Journal of Clinical Practice), revela que a ingestão do refrigerante tipo cola (combinação de glicose, frutose e cafeína) é responsável pela queda do nível de potássio no sangue, consequentemente, pode ser causador de problemas que vai desde uma leve fraqueza, paralisia muscular profunda, até à taquicardia.
Evidentemente, os efeitos variam de um organismo para o outro. E ele cita 2 casos específicos:
o primeiro - um fazendeiro da Austrália, que teve paralisia pulmonar depois de beber entre 4 a 10 litros de refrigerante do tipo cola/dia;
o segundo - uma mulher grávida que consumia regularmente 3 litros do refrigerante/dia e sentia cansaço, tinha perda de apetite e vômitos constantes. Quando eles pararam de consumir a quantidade exagerada do refrigerante, conseguiram se recuperar.
O consumo excessivo de refrigerantes, já foi relacionado à obesidade, diabetes, problemas nos dentes e nos ossos. Estudos estes, também publicados na revista IJCP.
Então, já parou pra pensar nos benefícios do refrigerante? Não há nenhum. Nenhum mesmo! Para isso, basta ver a composição, os ingredientes.
E, é tudo uma questão de preferência. Quer saber se eu tomo? Não, não tomo.
Continua...
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