quarta-feira, 11 de março de 2009

Espionagem

A casa caiu!

Numa transcrição bem humorada e imaginação fértil, narro aqui como devem ter sido descobertos os dossiês, na residência do Delegado que, na minha modesta opinião, deveria ser um homem mais zeloso, né?! Guardar tais informações em casa, francamente...
Às vezes, a ambição cega o homem, ou trata-se da imperiosa sensação de impunidade que impera nesse País.
Bom, sem mais delongas, atemo-nos aos fatos.

O agente Mulder, (Qualquer semelhança com aquele do Arquivo X, é mera coincidência) companheiro de profissão bate à porta da residência do 'Delê' (Delegado Protó).

Toc-toc!
Delê: Quem é?
Mulder: Sou eu, o agente Mulder.
Delê (abre a porta): Mulder? Mas, a essa hora, você não ter mais o que fazer não?
Mulder (desconcertado): Desculpe-me! Mas é que eu precisava usar seu computador, rapidinho! É que eu estava passando um e-mail para minha mãezinha e meu pc 'deu pau'! E como você mora perto, pensei...
Delê (interrompendo-o): Ok-ok, entre!
Dirigiram-se ao escritório da casa que fica ao lado da sala de estar.
Delê: Fique à vontade! Quer um suquinho?
Mulder: Ah, sim! Por favor, se não for nenhum incomodo.
Delê: Nada! Incomodo nenhum. Já volto.
E dirigiu-se à cozinha.
E Mulder, feliz da vida, começou a fuçar. Mas, como todo curioso que se preza, não iria fugir à regra de bisbilhotar o pc alheio.
Mulder: Lá-lá-lá...que isso aqui?! Operação 'só ti agarra'...senha...opa-opa! E isso aqui? Hummm...
Nesse exato momento, o Delê entra no escritório.
Mulder: O que significa isso??? São dossiês!!
Delê (mais do que depressa, na vã tentativa de despistar): Mulder, vamos ver se a verdade está lá fora, vamos? (eu disse que era mera coincidência)
Mulder: A verdade está é aqui, no seu pc!
Delê (completamente sem reação, pensou): Ai, Jesus! Danei-me!

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