Aqui jas, ensino público.
Será? Não, ainda não. É só uma provocação, quem sabe a coisa anda.
Mas se as mídias estão discutindo o tema, vou aproveitar para dar meu palpite também, oras!
Vamos lá:
Qualquer escola pública que você visitar, tranqüilamente vai observar e apontar, sem sequer perguntar ao diretor(a), professores, funcionários ou alunos, mais de um (isso mesmo, mais de um!) problema que interfira diretamente no rendimento escolar. Seja ele interno ou externo. Havendo uma que seja exemplo e não haja qualquer queixa, desconheço.
E os responsáveis, hein?
Bastante complexo. Jogue o assunto na roda e perceberá que a ‘batata quente’ vai ser arremessada pra lá e pra cá, como peteca. Como se dissessem - culpado somos todos e nenhum.
Eu diria que, em parte, são àqueles que administram a *verba, e se administram, deveriam fiscaliza-las e ir além, para não restar dúvidas: publica-las (não tô falando de D.O, pouquíssimos são os que sabe pesquisar aquilo lá), para que os interessados tomassem ciência da sua finalidade. Não havendo fiscalização e clareza, abrem-se espaços para a má utilização, desvios e desmandos.
Pensar em desburocratizar os entraves, visitas periódicas, reuniões ou simples contato que seja, ouvindo os responsáveis pelas Instituições, já seria uma forma de compreender as necessidades. Educação é ou não é prioridade?
O comprometimento dos pais, também é importante. Não se isentar das responsabilidades é uma forma de cobrar posteriormente. Afinal, escola é só uma extensão na formação da criança e do adolescente. Esse ‘bê-a-bá’, todo mundo tá cansado de saber.
Apenas para exemplificar, em matéria recente, numa escola pública de São Paulo, professores, pais e alunos fizeram um mutirão para uma ‘limpezinha básica’, com intuito de diminuir o aspecto de abandono da escola. Não creio que seja essa a solução para o problema. Ah, o resultado? Dia de aula perdido! Mas enfim...fazer o quê?! Alguém teria que meter a mão na massa.
Mas o duro dessa realidade sem fim é a seguinte: entrar ano, sair ano, ouve-se a mesma ladainha - escola sem biblioteca; merenda que não foi entregue e quando entregue, prazo de validade vencido; ônibus em situação precária...Recentemente, metade dos professores temporários avaliados pela secretaria estadual de educação de São Paulo, tiraram zero.
Puxa! No meu tempo, mesmo quando a gente não sabia nada, ganhava meio só para assinar o nome. Será que nem isso...será?
Um pouquinho de seriedade, senhores(as). Estamos tratando do futuro de uma Nação.
*Não estou divagando à toa. Isso foi objeto de pesquisa de economistas da PUC-RJ e da Universidade da Califórnia e matéria de uma revista de circulação nacional. Mais do que isso, o problema não é específico à determinada região, estado ou município.
Mas se as mídias estão discutindo o tema, vou aproveitar para dar meu palpite também, oras!
Vamos lá:
Qualquer escola pública que você visitar, tranqüilamente vai observar e apontar, sem sequer perguntar ao diretor(a), professores, funcionários ou alunos, mais de um (isso mesmo, mais de um!) problema que interfira diretamente no rendimento escolar. Seja ele interno ou externo. Havendo uma que seja exemplo e não haja qualquer queixa, desconheço.
E os responsáveis, hein?
Bastante complexo. Jogue o assunto na roda e perceberá que a ‘batata quente’ vai ser arremessada pra lá e pra cá, como peteca. Como se dissessem - culpado somos todos e nenhum.
Eu diria que, em parte, são àqueles que administram a *verba, e se administram, deveriam fiscaliza-las e ir além, para não restar dúvidas: publica-las (não tô falando de D.O, pouquíssimos são os que sabe pesquisar aquilo lá), para que os interessados tomassem ciência da sua finalidade. Não havendo fiscalização e clareza, abrem-se espaços para a má utilização, desvios e desmandos.
Pensar em desburocratizar os entraves, visitas periódicas, reuniões ou simples contato que seja, ouvindo os responsáveis pelas Instituições, já seria uma forma de compreender as necessidades. Educação é ou não é prioridade?
O comprometimento dos pais, também é importante. Não se isentar das responsabilidades é uma forma de cobrar posteriormente. Afinal, escola é só uma extensão na formação da criança e do adolescente. Esse ‘bê-a-bá’, todo mundo tá cansado de saber.
Apenas para exemplificar, em matéria recente, numa escola pública de São Paulo, professores, pais e alunos fizeram um mutirão para uma ‘limpezinha básica’, com intuito de diminuir o aspecto de abandono da escola. Não creio que seja essa a solução para o problema. Ah, o resultado? Dia de aula perdido! Mas enfim...fazer o quê?! Alguém teria que meter a mão na massa.
Mas o duro dessa realidade sem fim é a seguinte: entrar ano, sair ano, ouve-se a mesma ladainha - escola sem biblioteca; merenda que não foi entregue e quando entregue, prazo de validade vencido; ônibus em situação precária...Recentemente, metade dos professores temporários avaliados pela secretaria estadual de educação de São Paulo, tiraram zero.
Puxa! No meu tempo, mesmo quando a gente não sabia nada, ganhava meio só para assinar o nome. Será que nem isso...será?
Um pouquinho de seriedade, senhores(as). Estamos tratando do futuro de uma Nação.
*Não estou divagando à toa. Isso foi objeto de pesquisa de economistas da PUC-RJ e da Universidade da Califórnia e matéria de uma revista de circulação nacional. Mais do que isso, o problema não é específico à determinada região, estado ou município.
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