
A arte na visão do leigo
Genial ou não, por mais que nos esforcemos, jamais iremos interpretar as obras e esculturas com a mesma intensidade que os artistas gostariam, tamanha sua complexidade.
Daí, vasculhei a rede atrás de algo que pudesse dizer - Opa! Consegui analisar. Não sou tão ignorante assim. Enfim, estou entendendo arte!
Primeiramente, encontrei muita coisa sem pé, nem cabeça. Incompreensível mesmo. Coisa que você olha e diz 'Desisto'. Peneirando, peneirando...encontrei essas três aí! Vamos lá.
Da esquerda para a direita: O semaforo (Londres) - Cara, mole! Cairia bem em metrópolis como Paris, São Paulo, Cairo. Não ia resolver nada mesmo! Mas o que vale é a intenção. Na visão do cara que acabou de sair do boteco, ao depará-la, diria 'Pô! Impressão minha ou esse semaforo tá dobrado? E eu nem bebi tanto assim!!' O cara ia ficar receioso e perplexo que viraria abstêmio;
A segunda é simples: O cara batendo a cabeça na parede (Los Angeles) - Interpreto da seguinte forma - Com a atual crise econômica um executivo renomado acabou de perder tudo, putz..! Ô, dó!! Depressivo e arrasado bateria a cabeça na parede dizendo 'Perdi...perdi tudo! Como eu sou burro';
A terceira e última: O casal (Nong Khai/Tailândia) - Ah... essa, minha preferida. Imagine a família de turistas que visitaria o País pela primeia vez, uau! Obviamente, queriam levar uma foto de recordação. Porém, o filho vira e dispara - 'Ih, pai! Esqueci a máquina. Peraí, vou buscar'. E estão lá, esperando até hoje...
Viu? Fácil.
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