
Era uma vez..., uma certa comunidade européia e sua economia 'ando':
afundando, desabando, desmoronando
afundando, desabando, desmoronando
Um plano bem ambicioso, arrojado, desejado, elaborado e com grandes intuitos de unificação. E isso veio a se concretizar de forma ampla, estruturada e complexa, em 1999. Era o que sonhava, Jean Monnet, bem lá atrás...
Ok! Agregar é bom. Somar forças em torno de objetivos comuns, melhor ainda! Entretanto, poucos levam em consideração as voltas que o mundo dá. Maniqueísmo!? Qual nada! Maior que as voltas que o mundo dá, são as reviravoltas que as economias dão. Posto isso, qual a realidade da Comunidade Européia na atualidade, neste momento?
A Grécia, por exemplo, pensava que o poço tinha fim, mas acabou descobrindo que dava para cavar mais abaixo e, agora está assim: afundando. Mas como tragédia grega, solitária, é bobagem, miraram-se na mesma mediocridade as economias da Itália e Espanha: desmoronando; Irlanda e Portugal: desabando.
Como vê, esse negócio de blocos econômicos pode ser bom... quando tudo vai bem. Porém, quando a crise espreita, como ficam os ditos interesses comuns? Quando nada vai bem, o entrosamento fica comprometido. É como um clube - quanto maior o número de sócios, em momentos de tensão, maiores as adversidades, maiores as divergências, consequentemente, mais difícil estabelecer harmonia.
Agora, com chapéus nas mãos, peregrinam porta a porta...estilo Avon. Não para vender, claro! Por conta de ajuda financeira. Interesses comuns? Vai divagando...
Nenhum comentário:
Postar um comentário