quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Um sobrenome de peso

Nepotismo: Valimento de que gozavam junto de certos papas os seus sobrinhos ou parentes; Favoritismo excessivo dado aos parentes por pessoa altamente colocada.
O caso em questão, refere-se à uma das netas do Senador José Sarney (Já tô cansado de falar desse aí hein, caramba!).
Trata-se de Maria Beatriz Brandão Cavalcanti Sarney, aquela flagrada em recentes escutas da Polícia Federal pedindo, encarecidamente, emprego para Henrique Dias Bernardo, o ex-namorado. A própria já havia sido beneficiada com um cargo de assessora internacional no STF (Superior Tribunal de Justiça), em 2004 a pedido do 'vovozão' (Chega! Sem mais detalhes).
Independentemente das delicadas situações que acometem-se certas pessoas; independentemente de se sentirem perseguidas, injustiçadas e massacradas pela mídia e opinião pública; a menos que eu esteja muito, muito, muito equivocado, isso configura prática de nepotismo. Resumidamente: Essas pessoas se tornam 'o foco' porque querem.
Alguém em sã consciência irá convercer-me de que o fato de uma pessoa carregar um sobrenome de 'peso', não contribui com algo, vulgarmente conhecido como 'favorecimento'? Um sobrenome de peso, não abre portas? Evidentemente, que abre! Abre portas, vale sorrisos, tapinhas nas costas, inclusive, cargos. Então, tornar-se-á um privilégio, em detrimento de outros pretendentes também capacitados para tais funções.
Novamente, volto a defender minha tese de que, sendo essa ou aquela pessoa, qualificadíssimas quanto se apregoam e enchem a boca para ressaltar...nossa, que maravilha de talento! Bom pra elas, hein!?
Sendo assim, que partam para alçar os próprios voos, carreiras independentes, que tal? Na pior das hipóteses, assumir o controle dos empreendimentos da própria família. Certamente, aparato não irá lhes faltar pois, sendo de famílias ou oligarquias tão tradicionais em seus Estados, não encontrariam dificuldade alguma em se firmarem.

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