Já foi um dos cursos mais concorridos nas principais Universidades do País. Agora...quem poderá supor o que vai acontecer, daqui para frente?! Evidentemente que, sacramentando o fim da exigência do diploma para exercer a profissão, alguns reflexos hão de surgir. Resta o consolo, do que ter o que pendurar na parede.
E quem sente os primeiros reflexos, são as Instituições de Ensino Privado, como por exemplo, o que acontece com a UNIUBE (Universidade de Uberaba-MG), lá não haverá turma no segundo semestre, devido à baixíssima procura pelo curso.
O coordenador do curso de Comunicação Social da Uniube, André A. da Finseca transfere, credita e responsabiliza o STF (Supremo Tribunal Federal), pelo baixo interesse...'os candidatos receosos sobre o futuro da profissão, acabam desistindo'. Ele informa que, apenas 14 pessoas se inscreveram para o vestibular de 30 vagas; o que, certamente, inviabilizaria não somente o curso de Jornalismo, mas qualquer outro curso, pois existem as despesas.
Eu creio que as Instituições, caso queiram manter o curso, deverão se adequar à nova realidade - investir na estrutura, equipamentos e profissionais qualificados e estender convênios com o mercado para facilitar o ingresso dos futuros profissionais. Caso contrário, não haverá jeito. Também tenho a crença de que o mercado ainda fará opção pela mão-de-obra especializada.

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