terça-feira, 13 de outubro de 2009

Vivendo e aprendendo

...com os peixes, porque não !?

Sejamos razoáveis, ninguém em sã consciência acreditaria nessa possibilidade. Não a esse ponto. Necas que o peixe vai te ensinar a fazer a lição de casa; porém, assim como Charles Darwin (Que discorreu sobre a teoria da evolução pelo método de seleção natural) ele observava. Portanto, observe atentamente os detalhes. Certamente, que a natureza terá muito a ensinar a vós.
As situações de emergência, por exemplo, já percebeu que para nós humanos, em determinados momentos, o pânico é sinônimo de tragédias e quando caos é iminente é aquele salve-se quem puder? Principalmente, quando há grandes eventos, grandes concentrações de massa, o tumulto é generalizado.
Imagine que o risco de tragédia poderá ser potencializado e deve ser levado em consideração. No exato momento em que as pessoas entram em desespero elas bloqueiam seu pensamento analítico; consequentemente, a busca de uma solução viável, dissipa-se. Isso é um fato.
Assim sendo, numa breve análise comportamental ou, como queiram, na arte de observar, um biólogo constatou que, em situações perigosas, os peixes parecem brincar de seguir o líder. Realmente, são organizados em situações de perigo. Há uma enorme sintonia nos movimentos, orientados pelo pelotão de frente, eles não se chocam e numa situação de fuga, suas chances de êxito, são imensas.
É assim mesmo, vivendo e aprendendo. O detalhe é que alguns acreditam que conosco, as reações são mais conscientes, as reações diferem, pois conosco predominam os fatores culturais. Será mesmo?
Entretanto, como avaliar os comportamentos em determinadas seitas malucas, em que o líder leva seus seguidores a fazer coisas absurdamente insensatas; um suicídio coletivo, como aquele orquestrado por Jim Jones, em 1978? Isso seria impensável, mas aconteceu.
Com efeito, o carisma, a persuasão e alimentar situações de caos, podem ser determinantes nesse tipo de situação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário